sábado, 19 de abril de 2014

10 Curiosidades sobre bicicleta




1 – Cerca de 100 milhões de bicicletas são fabricadas por ano no mundo inteiro.

2- O americano John Howard foi o ciclista que quebrou o recorde de velocidade sobre a bicicleta, atingindo 245,08km/h.

3-  É possível estacionar 15 bicicletas no espaço de 1 carro.

4- O fato de pedalar 25 minutos ou 4,2 quilômetros todo dia, diminui em 50% o risco de doenças cardiovasculares.

5 -  O custo para manter uma bicicleta é anualmente 20 vezes mais barato que manter um carro.

6 – Se bicicletas forem utilizadas para viagens em vez de carros, cerca de 238 milhões de litros de gasolina são economizados anualmente.

7 – Estudos indicam que existem 1 bilhão de bicicletas ao redor do mundo, sendo que 500 mil estão na China.

8 – Na Holanda de 7 entre 8 homens acima de 15 anos tem uma bicicleta.

9 – Os irmãos Wright, pioneiros da aviação, tinham uma loja de manutenção de bicicletas e foi nela que desenvolveram suas máquinas voadoras.

10- As primeiras bicicletas chegaram ao Brasil em 1898, vindas da Europa.

BIKE FOREVER


sexta-feira, 18 de abril de 2014

Dicas de pedal



Pra quem procura um pedal para treino, com muitas variações de subidas, segue a dica de hoje:

Pedal Carmo da Cachoeira, percurso de aproximadamente 75 km, podendo ser encurtado para 50 km, com muitas subidas e descidas em alta, ótimo para ganho de resistência e força. E pra quem está só a fim de curtir o pedal, o percurso proporciona lindas paisagem e uma pequena cachoeira para dar aquela refrescada. 
Segue abaixo o percurso e as fotos; Até a próxima dica. Bom pedal para todos.

Percurso 

 
Altimetria


















NOVO SHIMANO XTR



O Mountain Bike evoluiu rápido desde o lançamento do grupo XTR em 2010. Novas direções para o MTB foram percebidas pela Shimano, como tamanho de rodas e estilos de pilotagem. Enquanto o Cross Country é regido pelo bom condicionamento físico do atleta, o Enduro tem foco na habilidade técnica do piloto. Mas estas duas categorias do MTB se equivalem fora das competições. Nesse aspecto, a Shimano oferece o melhor para os ciclistas mais exigentes: o novo XTR M9000, que chega ao Brasil no ultimo trimestre de 2014.

Da mesma forma que o ritmo é resultado de uma transferência de forças, a combinação de engrenagens apropriadas é a chave para manter-se no ritmo em diversos tipos de terreno. O cassete CS-M9000 de 11 velocidades com combinação de 11-40 dentes, é o de maior amplitude já produzido pela Shimano. Graças ao "rhythm step" (progressão ritmada), as mudanças de marcha são milimetricamente calculadas e sem trancos, o que economiza a energia do ciclista e mantém o seu flow (fluidez) durante o percurso. Uma nova corrente premium de 11 velocidades também entra no grupo para contribuir com a melhor performance dos mountain bikers. A corrente CN-HG900-11 utiliza placa de design assimétrico HG-11 com tratamento de superfície SIL-TEC.

O conceito Shimano "rider tuned" (ajustado ao ciclista) vem da possibilidade de amplas combinações de marcha. O XTR M9000 oferece opções para todos os tipos e estilos de pilotagem. A transmissão 1x11 é a melhor opção para o competidor de Cross Country ou Enduro, que conhece bem suas habilidades e o tipo de terreno a ser percorrido. Para os que possuem pilotagem mais flexível, a opção 2x11 velocidades pode garantir resultados eficientes. Para os que desejam uma bike comdesempenho geral para explorar mais trilhas e superar terrenos íngremes, o XTR ideal é a versão 3x11 velocidades.

Além das combinações de marcha, existem duas opções de pedivela disponíveis. O primeiro, específico para competição (race), é o FC-M9000 com fator-Q de apenas 158 mm e braço esquerdo do pedivela com partes ocas ligadas, tornando-o leve para utilização com coroa dupla ou simples. A outra opção é o FC-M9020 especifico para Trail, com construção em forja à frio super resistente e fator-Q standard de 168 mm para os tipos de coroa 1x, 2x ou 3x (única, dupla e tripla). Os dois pedivelas possuem o mesmo PCD, portanto, para se alterar a coroa para versão dupla ou tripla, basta trocar a própria coroa e não todo o pedivela.

O pedivela XTR 1x (de uma coroa) vem com tecnologia de retenção onde um exclusivo perfil de dentes elimina a necessidade de acessórios, como o guia da corrente. O novo XTR M9000 oferece amplitude de marchas que garantem ritmo para estilos diversos de pilotagem e terrenos por permitir uma pedalada suave e harmônica, principal objetivo de qualquer sistema de transmissão.

Totalmente renovado, o jogo de rodas do XTR M9000 estabelece um ponto de mudança da Shimano em relação às rodas de MTB premium: são as primeiras de Mountain Bike Shimano com tecnologia de aros de carbono laminado. São rodas ultra leves e duráveis para o All Mountain em opções de aro 27.5 e 29. As novas rodas XTR utilizam 28 raios dianteiros e traseiros trefilados, incluindo o sistema de eixo e rolamento mais leves.

Um verdadeiro legado - A Shimano realizou um estudo de controle de componentes para design de seus freios, líderes de mercado, para lidar com aquecimento, eficiência e rigidez. Os novos freios XTR M9000 nas versões Trail e Race oferecem diversos níveis de controle de aquecimento por meio de pistão com isolamento térmico (fibra de vidro fenólica) e pastilha de freio com uma camada termo-isolante, aumentando a resistência ao aquecimento em 10%.

O novo freio XTR M9000 Race traz o equilíbrio que faltava entre peso e potência graças ao caliper e ao corpo do mecanismo da alavanca em magnésio, assim como a manete da alavanca feita em carbono, com sistema de montagem simplificada I-spec II. O freio XTR M9020 para Trail apresenta o corpo do caliper em monobloco rígido com pastilhas de freio Ice Technologies dispostas de forma a reduzir o calor. Adicionando-se a estes freios, os rotores FREEZA SM-RT99, obtém-se a melhor performance de frenagem sob todas as condições.

A troca de marchas com qualidade, garante aos pilotos a oportunidade de andar com a bike de formasuave em sua marcha mais eficiente. A ergonomia melhorada do XTR M9000 redefine a forma de mudança de marcha fornecendo excelente performance. O trocador tem textura dupla com superfícieantiderrapante. Produzido em carbono para aliviar peso, é equipado com tecnologias Multi, Instant e 2-Way Release da Shimano. A exemplo de seu equivalente para Estrada, o Dura-Ace, o XTR também usa cabos com camada de polímero para melhorar o controle e reduzir o esforço na mudança de marcha em 20% comparado ao trocador XTR anterior.

O novo câmbio dianteiro FD-M9000 para pedivelas duplos e triplos vem com o design inédito Side-Swing (movimento lateral) que aumenta o desempenho em 100%. Projetado para as modernas bikes de Trail, o FD-M9000 Side-Swing da XTR oferece 15 mm a mais de espaço para o pneu enquanto a nova rota do cabo reduz drasticamente o esforço na troca de marchas.

O câmbio traseiro Shadow RD+, a estrutura do câmbio dianteiro e a nova corrente XTR M9000, oferecem o sistema de transmissão mais estável que a indústria da bicicleta já produziu. O design do novo câmbio Shadow RD+ possui um perfil ainda mais baixo para mantê-lo protegido e otimiza o ângulo de inclinação, que também reduz o esforço de mudança de marchas e melhora a estabilidade. Essas combinações, aliadas às opções de pedivela, freios, rodas e pedais, faz com que o novo XTR M9000 seja o grupo de componentes de Mountain Bike mais completo e eficiente do mercado.

Sobre a Shimano - Empresa líder de mercado em componentes e acessórios para bicicleta, pesca e remo, a Shimano foi criada em 1921 e possui sede em Sakai, no Japão. O escritório da Shimano Latin America (SLA) foi fundado em 2007 e conta com sete parceiros comerciais no Brasil: Biape, Ciclo Cairu, Isapa, Joytech, JR Comércio, LM Bike e Mix Bicicletas.

A Shimano desenvolveu as exclusivas tecnologias STI (Shimano Total Integration - alavanca de marchas e freio integrados), SPD (Shimano Pedaling Dynamics - para sapatilhas e pedais) e SIS (Shimano IndexSystem), reconhecidos e referência no mundo todo. Possui entre suas marcas nomes que são sinônimos de qualidade e performance no universo ciclístico: XTR, Dura Ace, Ultegra, DI2.




quinta-feira, 17 de abril de 2014

Paixões






Adoreiiiiii amigos.....





"Bike do ano", segundo avaliação dos maiores especialistas em ciclismo do Brasil.


 
 Os principais lançamentos de bicicletas e acessórios de 2014. Dos 76 modelos testados, 53 foram mountain bikes. Abaixo, confira as magrelas de montanha que receberam o prêmio de "Bike do ano", segundo avaliação dos maiores especialistas em ciclismo do Brasil. 
 
26" Hardtail - Entrada (até R$ 4 mil)

Specialized Hardrock 26 R$ 1.900 Para quem já está acostumado com freio a disco, a Hardrock talvez seja vista como uma “mountain bike à moda antiga”. Isso porque esse modelo aro 26’’ da Specialized vem com os consagrados (porém atualmente pouco utilizados) freios v-brake. Mas eles funcionaram bem durante nossa bateria de testes. “Às vezes é preferível esse sistema a alguns modelos básicos a disco, apesar de a Hardrock merecer um upgrade”, concluiu um dos testadores após experimentar a bike na trilha. Um freio a disco de fábrica certamente iria inflacionar o preço final, e um dos motivos que fizeram o modelo mais barato desta categoria de bicicletas de entrada (até R$ 3 mil) levar a premiação máxima de Bike do Ano é seu quadro. Feito de alumínio A1 Premium, tem um design que, segundo a marca, dá mais durabilidade e reduz peso. Ergonomia é uma excelência indiscutível da Specialized, e a geometria do quadro garantiu boas notas à Hardrock. Vem ainda com câmbio traseiro Tourney, modelo bem básico da Shimano, de sete velocidades. Tem 21 marchas, porém o sistema mega ranger (em que um bem pinhão é bem maior do que o restante), que deixa a pedalada leve em subidas, não agradou a um dos testadores. “Esse salto nas engrenagens não é suave na hora de mudar de marchas”, reclamou. “Mesmo assim, arrisco em dizer que, com um upgrade em algumas peças, a Hardrock é perfeita para provas iniciantes”, completou. O quadro está totalmente preparado para esse tipo de melhoria e vem, por exemplo, com furações para receber freios a disco. A Hardrock sai de fábrica com suspensão SR Suntour M3020 (mola helicoidal, curso de 75 mm com trava) e rodas com parede dupla. specialized.com.br;13,2 quilos. 
 
27.5" Hardtail - Entrada (até R$ 4 mil)
 

 
 
Haro Flightline 27.Five R$ 3.360 Diferentemente do que acontece com as bikes top, que geralmente possuem os melhores componentes e tecnologias (a preços bem salgados), os modelos de entrada vêm com peças mais simples e custam muito menos, para atender ao público que está se iniciando nas trilhas. A Flightline 27.Five, da marca Haro, conseguiu notas valiosas nos quesitos “subidas” e “descidas” durante a bateria de testes da Go Outside. “Ela é ágil e segura em singletracks”, observou um testador atento. Esse modelo roda 27,5 de entrada da Haro vem com câmbio traseiro Shimano Alivio e dianteiro Shimano Acera, que foram avaliados como “precisos” por nossa equipe de experts. Os freios Tektro Draco 2 (disco hidráulico) também conquistaram boas notas. “São bem progressivos, com boa sensibilidade e manetes ergonômicos”, avaliou um testador. Há muitas as razões para a Flightline ter agradado tanto na subida quanto na descida. Os pneus (Kenda Turnbull Canyon, de 2,0’’ de espessura), por exemplo, agarram na terra e tracionam morro acima. Para descer, prevaleceu a opinião de dois testadores: “É uma bike estável. A suspensão (SR Suntour XCM, com trava hidráulica e 100 mm de curso) trabalha direitinho e, além disso, as rodas (Weinmann XM-25) absorvem os impactos e garantem retomada de velocidade”, relataram. Outro ponto que fez bonito foi a relação custo-benefício – tendo em vista que a Flightline é ainda uma das mais baratas da categoria. “O preço é excelente quando você percebe a qualidade do quadro e dos componentes”, disse um testador. harobikes.com.br;14,3 quilos.

29" Hardtail - Entrada (até R$ 4 mil)


Fuji Nevada 29 1.5 R$ 3.660Quem está trocando a mountain bike aro 26’’ por uma 29’’ às vezes opta por um modelo de “entrada” (de até R$ 4.000) para sentir a adaptação sem gastar tanto. É uma saída que muitas vezes funciona. Para conseguir chegar a esse preço, a Fuji precisou equipar sua Nevada 1.5 com um grupo de peças mais simples – a bike vem com relação Shimano (câmbio dianteiro Altus e traseiro Alivio), freios Hayes MX5 e suspensão SR Suntour XCM HLO. No entanto, como nossos testadores puderam comprovar, esse modelo tem uma geometria que privilegia a performance. “É a bike mais agressiva da categoria”, disse um deles. Se não fosse pelos componentes intermediários, ela se passaria facilmente por um modelo de competição. “Na Nevada 1.5, você consegue se manter em uma posição segura e aerodinâmica, mesmo nas descidas mais técnicas”, constatou outro testador. Em compensação, ainda segundo ele, a bike não deixa de ser confortável por causa disso. “Com freios hidráulicos e peças mais leves, arrisco dizer que qualquer mountain biker a classificaria como um modelo top”, concluiu. Depois do quadro, os pneus levaram as notas mais altas. Para os testadores, os Hutchinson Cobra (29 x 2.1) passaram segurança durante as descidas e tracionaram sem patinar nas subidas. fujibikes.com.br; 14,3 quilos.     

29" Hardtail - Intermediária 1 (R$ 4 mil - R$ 7 mil)
 
 
 
Orbea Alma H60 R$ 5.490 
A Orbea é a bike utilizada pelo bicampeão olímpico francês Julien Absalon, uma constatação de que a marca espanhola é regida pela performance. A Alma H60 já carrega boas doses desse conceito, a começar pelo quadro, que apesar de ser de alumínio é fabricado por meio de um processo de hidroformação que lhe dá mais rigidez e resistência. Além disso, segundo dois testadores, o quadro da Orbea é “ajustável a qualquer ciclista e situação”. O conforto é explicado pela geometria inovadora, pensada a partir dos pontos em que os tubos se encontram: segundo a Orbea, o fato de o tubo inferior se juntar ao tubo do selim em uma zona mais baixa é o segredo para uma excepcional capacidade de absorção de impactos. A Alma H60 vem equipada com câmbio Shimano SLX (com passadores avaliados por nossos testadores como “confortáveis e de fácil acesso”), freios Shimano Formula C1 e suspensão RockShox XC32 TK Air, com 100 mm e trava (“merecia trava no guidão”, sugeriu um testador). As rodas (Orbea Disc) também são componentes de destaque nesse modelo, e ganharam as notas mais altas. “Elas atendem bem ao conceito da bike”, disse um testador. “São leves, rígidas e ajudam a manter a estabilidade em retomadas fortes e descidas técnicas e velozes.” O selim Selle Italia C1 que vem neste modelo é mais uma prova do capricho que a Orbea tem com suas bikes. orbea.com;dnimports.com.br;11,8 quilos. 
 
 
29" Hardtail - Intermediária 2 (R$ 7mil - R$ 10 mil)
 
 
Caloi Elite Carbon R$ 10.000
Bike usada por Henrique Avancini, o melhor atleta brasileiro de MTB no ranking da UCI, a Caloi Elite Carbon é montada no Brasil (com quadro chinês), o que lhe confere grande vantagem competitiva quanto ao preço já que fica isenta de diversos impostos. Esse é o principal motivo de ela ser a única bike com quadro em compósito de carbono a figurar nesta categoria de “intermediárias 2” (com modelos aro 29 hardtail de R$ 7.000 a R$ 10.000). Sua vitória na categoria é certamente reforçada por isso, embora o material por si só não seja responsável pela escolha de nossos testadores, que a elegeram a Bike do Ano desta seção. A Elite Carbon provou que tem um bom conjunto, com quadro moderno, um grupo de peças bem escolhido e desempenho comprovado. “Perfeita para competir”, disse um dos testadores. No kit de peças, destaque para o garfo Rock Shox SID XX com trava remota de acionamento hidráulico, transmissão Sram X.0 com 20 velocidades, freios Avid X.0 e controles e pedais da Crank Brothers, marca que sempre capricha no design de suas peças. Quanto ao comportamento, um de nossos testadores relatou que ela é “ágil, bem rápida em subidas”. Outro apontou que o modelo é “leve e esperto”. Um dos experts aproveitou para fazer uma crítica construtiva: “Seu visual é muito conservador”. Quem sabe em 2015 ela não fique mais moderninha. 
caloi.com.br; 10,7 quilos. 
 
29" Hardtail - Intermediária 3 (R$ 10 mil - R$ 15 mil)
 
 
 
Caloi Elite Carbon Team R$ 15.000
A Caloi fez uma ótima opção ao equipar sua Team com um conjunto completo de Sram XX (freios e transmissão, incluindo os pedivelas em carbono). São detalhes que eliminam peso e aumentam a rigidez, incrementando o desempenho. Por essas e outras, a Team arrancou elogios de nossos testadores, que a elegeram a Bike do Ano nesta faixa de preço. “Um modelo superágil, de resposta bem rápida”, vibrou um deles. Outro ponto de suma importância em uma bike 29 competitiva é o par de rodas. As ZTR Crest, “tubeless” e com 1.610 gramas, têm um ótimo equilíbrio entre baixo peso e resistência, e ainda vêm revestidas com os pneus Continental Race King, leves e que rolam rápido em terrenos secos e compactados. O garfo Rock Shox SID XX WC é o top de linha da marca, com coroa e espiga em carbono e a trava X-Loc com acionamento hidráulico – um luxo. Apesar da ótima performance em provas e pedaladas de curta duração, a Team tem um “calcanhar de Aquiles”, que é a traseira com pouca absorção vertical e um canote de selim com 31.6 mm de diâmetro, o que também não contribui para atenuar os impactos provenientes das irregularidades do piso. Em provas longas, isso prejudica o conforto. Mas nada que abale a ótima impressão que ela causou em nossos experts. Alguns deles acharam a bike um tanto cara, mas não é o caso. A Team tem preço semelhante às outras desta categoria, mas oferece componentes muito superiores e pesa bem menos. Vantagens obtidas graças à montagem do modelo no Brasil, o que diminui os impostos. caloi.com.br; 10 quilos
 
29"  Hardtail -  Top (R$ 15 mil - R$ 25 mil) 
 
 
Specialized Stumpjumper HT Marathon Carbon R$ 24.000 
Em 2014, a reformulação do chassi da Stumpjumper traz eixos passantes na frente e atrás, nova geometria, cabos com passagem interna e uma traseira projetada para proporcionar eficiência e conforto. A linha Marathon foi criada para oferecer ao competidor de cross-country uma bike com recursos similares ao da linha top (S-Works), porém com algumas economias, que representam mais peso e menos sofisticação. Tem componentes de transmissão Sram X.0., garfo RockShox Sid Brain e rodas Roval Control Carbon. “Uma bike que proporciona conforto e agilidade”, celebrou um de nossos testadores. Vem com o kit Swat, formado por dois suportes de caramanhola, uma ferramenta multiuso tipo canivete integrada a um dos suportes de garrafa, um estojo para guardar câmara, espátula e cilindro de gás carbônico, além de chave de corrente que faz as vezes de tampa de compressão da caixa de direção. Com esse equipamento, o ciclista sempre está amparado com os itens básicos de reparo emergencial. Nossos testadores adoraram a magrela, que foi eleita, ao lado da Trek Superfly 9.8, a Bike do Ano nesta faixa de preço. specialized.com.br; 10,2 quilos. 
 
 
Trek Superfly 9.8 R$ 24.000
Eleita a Bike do Ano nesta faixa de preço, juntamente com sua concorrente da Specialized, a Superfly 9.8 tem mesmo quadro, porém vem com um grupo de peças mais sofisticado que a Superfly 9.6. Conseqüentemente pesa aproximadamente 1 quilo a menos que sua irmã mais econômica. Com a “dieta”, a personalidade dessa máquina é outra, como atestaram nossos testadores. “É uma bike leve de pilotar e isso ajuda a transpor os obstáculos”, disse um deles. “É rápida e muito eficiente na subida”, acrescentou outro. Equipada com transmissão 2x10 e freios Shimano XT, garfo RockShox Sid RL com comando remoto no guidão e rodas DT Swiss X1800, a Superfly 9.8 tem uma montagem conservadora, de bom desempenho. O guidão Bontrager passa a ser de carbono e o selim ganhou trilhos de titânio. No geral, o kit dá maior precisão e robustez à Superfly 9.8, tornando-a uma bela bike para uso em competições e treinos mais frequentes. trekbikes.com.br; 10,6 quilos. 
 
 

29" Full Suspension - Intermediária 3 (R$ 10 mil - R$ 15 mil)
 

 
 


Specialized Epic FSR Comp 29 R$ 14.400
Para 2014, a Epic Comp ganhou uma geral no quadro. Fabricado em alumínio M5, ele teve desde tubos e link da suspensão até amortecedor e pequenos detalhes totalmente reformulados. Isso resultou em maior eficiência da estrutura e da sua capacidade de levar duas garrafinhas. O amortecedor Fox/Specialized Mini Brain, que controla o sistema FSR, foi revisado quanto ao ajuste de firmeza do “cérebro” (trava automática), que agora precisa de menos cliques e está mais leve. Na prática, seu acionamento ficou mais suave entre “bloqueado” e “ativo”. “Uma bike rápida e confortável, perfeita nas descidas, ágil e firme e no chão”, disse um de nossos testadores. O conjunto de peças tem transmissão Sram X7/X9 com câmbio traseiro Type 2, garfo RockShox Reba RL, rodas com novos aros Roval, mais leves e rígidos, e o restante dos componentes da própria Specialized (guidão, mesa, canote, selim, pneus). Na trilha, a Epic Comp arrancou elogios dos experts da Go Outside. “Ela ignora os obstáculos, permite uma pilotagem agressiva e ao mesmo tempo é ideal para quem quer conforto e eficiência”, resumiu um deles. Como nossa equipe é bem exigente, há pontos a melhorar: “É um pouco lenta nas subidas”, “na subida, a suspensão não fica tão rígida” e “poderia ser mais barata” foram algumas das críticas. specialized.com.br; 12,2 quilos.


26" Hardtail - Ferminina (até R$ 4 mil)
 
 
 
Specialized Myka Sport Disc 26 R$ 2.800 
Foi acirrada a disputa deste ano para ver quem ganharia o prêmio de Bike do Ano entre as três únicas mountain bikes femininas disponibilizadas pelas marcas para serem testadas pela Go Outside. Na categoria de entrada – de modelos de até R$ 4 mil, indicados para quem está se lançando nas primeiras trilhas –, a Myka, da Specialized, levou a melhor. Isso porque reúne mais componentes ergonômicos e eficientes, em especial as manoplas do guidão, além de ter um quadro feito especialmente para as necessidades femininas. “Trata-se de uma bicicleta bem ágil nas descidas”, disse uma testadora. Vem com câmbio dianteiro Shimano Altus e traseiro Shimano Acera de nove velocidades, selim feminino Specialized Riva Plus (155 mm) e pneus Specialized Fast Trak Sport de 2.0”. Ponto positivo para o freio a disco hidráulico Tektro HD M330, que proporciona segurança e conforto. A suspensão dianteira SR Suntour XCT Milo, entretanto, não fez bonito diante de nosso time de mountain bikers, ficando a desejar quanto ao acionamento da trava e à movimentação na subida. “Apesar da opção de travamento total na subida, o acionamento exige que a pessoa alivie o peso, caso contrário, não consegue acioná-la”, afirmou uma testadora. specialized.com.br; 13,6 quilos.
 
(Trecho publicado originalmente na Go Outside de março de 2014)
 



Bike-café é sucesso na Suécia e jovens querem franquia em 5 continentes


Bike e café formam uma combinação bastante agradável. Não só isso. Eles também podem gerar negócio. O Wheely’s é um café móvel, construído na estrutura de uma bicicleta. O projeto é recente, teve início na Suécia e já começa a se espalhar pelo mundo.
 Os responsáveis pela criação são jovens suecos, que inauguraram a ideia em Lund, uma cidade universitária no país europeu. A bicicleta é semelhante aos carrinhos de comércio de rua. No entanto, ela foi totalmente planejada para funcionar de maneira eficiente como um café e ainda ser neutra em suas emissões de carbono.
A Wheely’s Bike é equipada com uma cafeteira, uma pia e também um fogão a gás, que pode ser usado para o preparo de outros alimentos e bebidas. Para abastecer a cafeteira, no entanto, o sistema usa energia totalmente limpa. Uma placa solar capta a energia do sol e a armazena em uma bateria de 31 ah. De acordo com os criadores, ao comprar um café na Starbucks o consumidor contribui com a emissão de 400 gramas de CO2, enquanto um café na Wheely’s Bike tem emissão zero. O melhor dos benefícios é a praticidade com que o café pode ser transportado e instalado em outro ponto comercial.
O formato do negócio já tem feito sucesso na comunidade universitária de Lund, mas os criadores querem expandir o negócio. A intenção é espalhar franquias por todos os continentes. Para isso, o projeto está hospedado no site de financiamento coletivo Indiegogo, onde, além de oferecer pequenas ajudas, os internautas também podem comprar um Wheely’s Bike.
O valor médio da bicicleta e, consequentemente, da franquia é de US$ 3.000, enquanto uma franquia da Starbucks custa US$ 250.000. Todas as bicicletas vêm com a marca Wheely’s e com xícaras, copos e guardanapos personalizados. Os criadores garantem que o lucro médio diário gira em torno de US$150 a US$300 na Suécia.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Bike, contagiando a mulher moderna!!!



Vivemos a era da mulherização, isso mesmo, um novo tipo de comportamento está contagiando a mulher moderna, resultando inclusive em novos hábitos como, por exemplo, andar de bike. Afinal, além de ser um excelente lazer e relaxar o estresse, pedalar faz bem para a nossa saúde.
O grupo de pedal “Só Mulher na Bike” é hoje a melhor aposta da empresária Suzi Soares, proprietária da loja Elite Bike situada em Campinas - SP, pedala com suas clientes, mesmo não sendo profissional, e, incentiva cada uma convidando a fazer parte desse grupo que hoje já tem vários seguidores no Facebook, Instagram,etc; Trocam informações postando tudo o que acontece nesse mundo onde a bike é sua melhor companheira.
Queremos mais mulheres no esporte. Essa é minha paixão.

UCI Mountain Bike World Cup 2014

Pra quem não acompanhou o mundial de Montain Bike World Cup 2014, segue o link das categorias masculina e feminina.


Assista:
http://www.redbull.com/en/bike/stories/1331644431583/replay-uci-xco-world-cup-2014-from-pietermaritzburg



Assista:
http://www.redbull.com/en/bike/stories/1331644431583/replay-uci-xco-world-cup-2014-from-pietermaritzburg

“Dilma já está convencida do IPI zero para bicicletas”, afirma senador

De acordo com o senador Inácio Arruda (PCdoB-CE), a presidente Dilma Rousseff afirmou que está “muito convencida” da necessidade de se reduzir a zero o Imposto sobre Produção Industrial para bicicletas, mas ressaltou que ainda era preciso convencer o Planejamento e a Receita.
O posicionamento foi dado durante a entrega de mais de 100 mil assinaturas que pediam a aprovação do PLS 166/2009, de autoria do senador.
O impacto econômico calculado pela própria Receita é de R$ 65 milhões, o que na opinião de Arruda “é um impacto ínfimo para quem arrecada quase um trilhão de tributos”.

A votação na Comissão de Assuntos Econômicos, no entanto, depende de negociações com a bancada do Amazonas, em especial com o líder do governo Eduardo Braga (PMDB-AM). Como a produção de bicicletas no estado já é isenta de IPI, eles temem ser prejudicados caso a vantagem se estenda ao restante do país.